Alexandre De Maio faz jornalismo em quadrinhos e teve sua carreira influenciada pela cultura hip hop. Nascido em 1978, em São Paulo, aos 21 anos, começou sua carreira editano a revista Rap Brasil, que unia matérias tradicionais e histórias em quadrinhos sobre as periferias e a cultura de rua.
Em 2006 lançou sua primeira história em quadrinhos “Os inimigos não mandam flores (Ed. Pixel)” com textos do escritor Ferréz. A partir de 2010 passou a desenvolver o jornalismo em quadrinhos em veículos como Estadão, Folha, Catraca Livre, Veja, Fórum, e especialmente a Agência Pública onde ganhou o Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo, em 2013, pela reportagem “Meninas em jogo” sobre exploração sexual infantil.
No mesmo ano publicou o livro em quadrinhos “Desterro” (Ed. Anadarco) sobre a vida na periferia. Em 2014 teve sua primeira reportagem em quadrinhos republicada na França na revista Courrier e foi finalista em duas categorias no Prêmio Abril de Jornalismo.
Em 2015 produziu uma série de quadrinhos especiais sobre as olimpíadas para a Veja  e o UOL e foi finalista em 3 categorias no "Prêmio Gabriel Gárcia Marquéz" de Jornalismo.
No final de 2015 o quadrinho Desterro foi lançado na França com o título Favela Chaos (Ed. Anacaona). Em 2016 Ilustrou o livro Génération Favela para editora francesa Ateliers Henry Dougier e publicou uma reportagem no livro Jesuis Rio (Ed. Anacaona). Em 2017 ganhou o primeiro lugar na categoria desenho do prêmio "Amico Rom" na Itália.  Em 2018 lançou seu primeiro livro solo de jornalismo em quadrinhos, intitulado Raul, pela editora Elefante.
Tem desenvolvido oficinas, exposições e palestras sobre jornalismo em quadrinhos e até o momento publicou mais de 40 matérias em quadrinhos. Seu último trabalho foi a HQ “Unaí nunca mais” lançada em maio. O trabalho teve lançamento no Senado na sessão de Direitos Humanos. O quadrinho conta a história de uma chacina real que originou a data que reforça a luta contra ao trabalho escravo no Brasil.
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